domingo, julho 18, 2010

Faz algum tempo, desde a última atualização (óh que novidade) e estou um pouco perdida a respeito do que vale a pena relatar desde então.

Vale frisar que,recuperada da lesão anteriormente mencionada,voltei às minhas atividades "atléticas". É sempre muito penoso quando se interrompe uma rotina antes praticada com afinco e disciplina; quando é retomada, os tropeços não são raros e às vezes, o desânimo ameaça a se apoderar e minar as forças, mas, nada como a passagem do tempo e a rotina para que as coisas readquiram o status quo ante. Como dizem por ai, esporte é hábito, repetição, persistência. (Aqui eu divaguei, fico um pouco entristecida ao relembrar os dias que passei de molho - é uma experiência que realmente não quero repetir).

Fim de copa, agora tudo engrena de verdade, pois, por mais que fosse bacana abandonar o expediente em pleno andamento, assistir àqueles jogos induzia-me à gula, sim, porque nenhum daqueles sacos de pipoca de microondas, salgadinhos de pacote a valer, gramas e mais gramas de queijo assado, amendoim e etc foram destinados a matar a minha fome.
Admito que, como a grande maioria dos torcedores, não cria muito no time de Dunga, mas fiquei triste com aquela derrota estúpida, e pra falar a verdade, apenas a constatei nas reprises, pois naquele dia fatídico, fui dormir bem na hora do intervalo (em vão), pois permaneci desperta; ao fundo os berros de descrença e revolta, os fogos e o som das vuvuzelas não me deixaram pegar no sono.

Tudo consumado, fiquei contente com o resultado final, dois coelhos foram eliminados com apenas uma tacada: a maldita Holanda amargou uma derrota, imposta por uma das seleções cujos atletas são os mais belos de todos (inclua-se Itália como a outra).
Desde o fim da copa anterior, elegi Alberto Gilardino como o jogador mais gato, mas infelizmente (ou felizmente), as coisas mudam e se movimentam, e gostaria de compartilhar com o leitor desavisado, minha nova predileção.
A exemplo da cara colega Lu, venho tornar pública a minha "simpatia" por um dos atletas mais felizes da competição. Ah esse cara lá em casa...achados como esse me despertam a vontade ir à Espanha dar umas voltas...
Na época em que eu era viciada em Second Life, fiz amizade com um cara de Madrid,engenheiro de peças, muito simpático e gente fina, mas, infelizmente, de momento, não recordo seu nome (que gafe), mas tenho certeza que seria um ótimo anfitrião nessa empreitada que me ocorreu em meus devaneios.

Bom, deixando os floreios de lado, o cara cuja foto segue não chega a ser o mais bonito de todos, mas teve destaque na seleção espanhola e acabou chamando a minha atenção com essa carinha de latino que só os latinos tem...hehe.

David Villa, elejo você o meu atleta ídolo, até segunda ordem:




Outra polêmica da copa foi a repórter Sara, namorada de Casillas sempre atrás do gol, sendo apontada como causa de distração do atleta. A Lu elegeu Casillas como seu ídolo, como não gosto muito de loiros (já basta eu), não me importo com isso, mas é impossível negar minha simpatia por este cara. Confesso que tive momentos de inveja da Sara, queria eu namorar um cara bonito e bem sucedido e estar na África do Sul, em plena Copa do Mundo, acompanhando meu "parceiro" bem de perto, literalmente.
Depois da cena abaixo, a inveja deu lugar ao desejo de um dia, quiçá, ter a mesma sorte dela, e receber uma demonstração de carinho semelhante, num momento tão especial, único e eufórico:



Momento língua preta: Apesar de ser um dos homens mais belos da competição, o zagueiro espanhol, Piquet, não foi citado em nenhuma das listas que notei rolando por ai. Será por causa daquela foto demonstrando a sua "amizade" com Ibrahimovic???
Segue para avaliação:



Como o direito à réplica é sagrado, segue o vídeo onde Ibra usa do seu direito de defesa. O assunto já é manchete velha, mas acho essa foto no mínimo, interessante, e a fala de Ibra, hilária:



Como futebol é um assunto rentoso em amplos os sentidos, garimpei internet afora este vídeo de uma "conversa" via telefone entre um jornalista e Felipe Melo. O Felipe falou no Fantástico com cara de cachorro que caiu da mudança e expôs o ponto de vista sobre seu comportamento na copa, mas cá pra nós, foi bem infeliz. Concordo com o "Vitor Belfort" que é a mente por trás da seguinte máxima:"Felipe Melo, como jogador é um bom lutador".
Não acompanho campeonatos internacionais, mas quem o faz, diz que Felipe Melo não ia bem, reparem no diálogo que segue. De minha parte, só tenho a dizer: Dunga, em matéria de jogador, fomos a pé.



Altamente ilustrativo esse post de hoje hein? Esse fato se deve à falta de criatividade para escrever algo mais proveitoso, mas ora bolas!, que será de mim se eu não puder me entregar à descontração de vez em quando? Além do mais, estou empenhada em dar continuidade à leitura da trilogia de Stieg Larsson (RECOMENDADÍSSIMO) e tenho dedicado à esta leitura meu tempo ocioso,sem muita preocupação em bolar posts de utilidade pública, mas, quem sabe daqui a alguns dias, quando bem me aprouver, mencione aqui um assunto de ordem dermatológica, que carece de mais esclarecimentos que orientem os acometidos por determinado mal da pele.

Bom, meus cumprimentos finais serão embasados pela indicação musical do dia, totalmente dedicada ao atacante David Villa (ô lá em casa). Trata-se de um pessoal da Espanha, que atende pelo nome de Chambao; quem tiver curiosidade de pegar a tradução da música pode imprimir, decorar e recitar todo dia para si mesmo.

Um abraço e até qualquer hora! :)



PS: Momento "máximas" - Embaralhei-me e ia me esquecendo de fazer constar algo que li e achei genial. Luciana Saddi, colunista da Folha, escreveu recentemente: "Cada um de nós é como um queijo, que submetido ao processo analítico pode ficar no seu melhor ponto, um queijo maduro, mas não é possível transformar um queijo branco em queijo brie ou parmesão. "

Entendam como quiserem, minha conclusão é: se você não for um mediocre, e buscar um mínimo de crescimento, identifique suas falhas e procure se aprimorar, sem atropelamentos, gradualmente, mas nunca espere ser o que você não é, ou agir como outrem agiria. O que seria do amarelo se todos preferissem o verde?

segunda-feira, maio 17, 2010

Minha gente (que não existe), depois de novo longuíssimo e tenebroso “inverno”, volto a dirigir-me a vós.
Os motivos que me levam a tal não são lá os mais dignos, mas o que vale é a intenção que já preexistia.
Confesso-vos que estou sob feito de substâncias alcoólicas (em plena segunda-feira!!!).
Bom, dentre muitas das coisas que tem ocorrido nesta minha rotina nada tradicional ( às vezes), tive o “privilégio” de sofrer uma lesão enquanto corria alegremente na esteira da academia, à toda e plenos pulmões.
Depois de 99 anos, resolvi que era maratonista-raposa velha e não poupei esforços. O corpo foi suportando, até o inesquecível momento onde senti uma dor muito forte e desconhecida na panturrilha esquerda, ao comprido. Achei esquisito em demasia e interrompi instantaneamente a atividade, mas como o corpo estava quente, nada senti. Engatei num spinning irado até, para no dia seguinte, sequer conseguir pisar o pé por inteiro no chão.
Não levei lá muito a sério, até que notei que o desconforto na região do joelho, em especial, não fazia menção de atenuar-se, foi então que entrei em histeria e comecei a pensar 24h por dia no que seria de minha medíocre existência sem nunca mais poder correr, pular, levantar 100 kg no leg press..Putz...uma pré-depressão.
Foi então que resolvi procurar o Dr Roberto – argentino muito comentado entre meus colegas de trabalho, que com ele já trataram casos tidos como cirúrgicos.
Alguém ai conhece algum CINESIÓLOGO (CINESIOLOGISTA)? Caso positivo, que arregacem as mãos ao alto, porque até bem pouco tempo, eu sequer sabia da existência da referida especialidade.
Bom, iniciados os trabalhos, o senhor de 78 anos de idade casado com uma moça de 41 – mas com cara de seus 30, me recebeu muito bem. Seu tratamento consiste em massagens realizadas manualmente sob a interferência de um aparelho importado que alguém mais ignorante chamaria de uma espécie de “coisa que vibra”.
Bom, acabei de sair da 4ª sessão de tratamento e posso garantir que dia após dia sinto a gradativa melhora. Segundo o Dr, necessito apenas de mais uma sessão e na semana vindoura, poderei voltar às minhas atividades físicas. Detalhe: há 3 semanas estou sem apresentar as caras na academia e comendo besteira a rodo. Convenhamos, uma lesão era a última coisa no mundo da qual eu necessitava.
Agora, vamos nos aprofundar no diagnóstico: Segundo o Dr, fui vítima de um espasmo, seguido de algo como um estiramento nos ligamentos, que me afetou especialmente a região da articulação do joelho esquerdo.
Sinceramente! Se eu tivesse jogado na mega sena, o jogo não daria tão certo como me aconteceu essa tragédia pós tragédia. Joelho é uma região de impossível imobilização, afetada por qualquer esforço que se faça, ainda que apenas nos membros superiores.
Tive que abandonar tudo, tão grande era o medo, sem mencionar as dores...
Foi daí que procurei o argentino, que dentro de 2 semanas, vem me ajudando a recuperar a confiança, pois cheguei a ele profundamente apreensiva.
Entre uma sessão e outra de tratamento, seguiram-se os impagáveis capucinos, servidos com queijo light, geléia e licor de cassis (cortesia da casa), só que, desta última feita, o argentino me aprontou, fez-me sentar à mesa e “mandar bala” em meia dúzia de azeitonas verdes (que estranhamente nem era muito salgadas), enquanto preparava, debaixo da minhas vistas, o drink ao qual eu estava fadada a tomar antes de vir pra casa. Notei uma garrafa de vodka, outra de San Remy, algo meio azulado que tinha gosto de laranja, uma garrafa plástica com algo parecido com água com gás, e não me lembro se havia mais nada à mesa. Só sei que veio de lá um copo comprido, com sua devida fatia de gelo (também comprida e fina), ao qual o argentino tratou de encher até as bordas, alegando que eu precisava sair dali “quentinha” pois lá fora estava frio, e frio nada era indicado para a minha recuperação.
Tava gostoso, mas bem doce, creio que não agradaria aos paladares masculinos, mas não há como negar o sabor. Vim pra casa normalmente, mas chegando ao lar, haha, senti o álcool lutando para mostrar as garrinhas e resolvi dar andamento à atualização que liquidará metade das traças que por aqui tem feito morada.
Ufa!! Pausa para um respiro...Segue a minha indicação musical do dia :



(da qual me abstenho de tecer comentários melhor elaborados, por falta de condições momentâneas), e principalmente, a maior indicação que o blog já viu: Dr Roberto.
Caro passante, se você estiver padecendo de qualquer mal que aflija seu esqueleto cansado, e que seja passível de tratamento junto a ortopedistas ou fisioterapeutas que apenas te enfiem a faca, te submetam a procedimentos cirúrgicos fadados ao fiasco e só te atrasem a vida, pergunte-me como entrar em contato com Dr Roberto.
Detalhe: além de “quinesiólogo” – como o chamam na Argentina, ele é um eximinio radiestesista, fez 4 anos de Psicologia, entende um pouco de Astrologia, já foi proprietário de restaurante, dentre muitas outras coisas mais.
Aproveitando seus dons, passou-me o dito “dual road” pelo esqueleto e constatou que meu lado esquerdo tem energia negativa (justamente por isso, tudo acontece com ele).
Todo réles mortal, aliás, creio que qualquer célula que seja, tem seu pólo positivo e negativo, no meu caso, o lado esquerdo é o negativo, que apresenta menor sensibilidade, cura mais lenta, enfim...o argentino até me preveniu: “Tudo o que tiver de te ocorrer, será do lado esquerdo.”
E...fazendo uma retrospectiva: sinto dores há meses no pé esquerdo, lesionei a perna esquerda, tive um problema na lombar esquerda no ano passado, sem contar que mastigo do lado esquerdo, e acabei de me lembrar que meu olho esquerdo enxerga pior do que o direito.
Ê lasquêra não?
Bom, chega! Tá passando o efeito do coquetel molotov que me deram, preciso jantar.

domingo, fevereiro 28, 2010

Hey People! (ou seja, 1 ou 2 leitores ocasionais, haha)
Daqui há pco faz 1 ano que o blog está largado à própria sorte, mas antes disso, resolvi arregaçar as mangas e tomar providências contrárias a este lamentável fato. A ilustríssima súdita da rainha, Srta Lou andou por ai reclamando, e antes mesmo disso, já pretendia tirar um pouco da poeira que aqui tem se juntado.
É o seguinte: de dezembro/2009 até agora tenho trabalhado igual camelo perdido no meio do Saara, e só por agora, parece q vem soprando um vento promessa de tempos mais amenos, espero não estar enganada. Cansaço mental, stress, aborrecimento, às vezes fico a ponto de sair do sério e dizer poucas e boas às pessoas que me fazem companhia profissionalmente (sinceramente, cada gente medíocre), mas, engulo o sapo, faço minha parte e vou embora pra casa agradecendo por eu não ser uma pessoa tão incompetente como tantas com as quais convivo...
Continuando a retrospectiva, continuo firme na malhação, mas larguei mão do acompanhamento do personal, uma vez que a academia mudou de instalações, ficou bem maior e repleta de opções; tornou-se dispendioso e desnecessário manter um cara pra me ajudar na execução de um programa que eu consigo desenvolver perfeitamente sozinha. Nos primeiros dias, fiquei perdida com quanta diversidade de aulas, quis me meter em tudo, em muitos dias, cheguei na academia às 18,30 ou 19h da noite e sai depois das 22h; agüentei o pancadão até começar a sentir os primeiros efeitos de uma fadiga medonha, então, resolvi dar um up na alimentação (experimentei de um tudo, até a indigesta ração humana) e focar nas aulas que me davam mais prazer. Com isso, permaneci com o spinning e musculação diários. Que ironia, justo eu q pensava em abandonar de vez a musculação depois que tivesse outras opções, abri mão destas, pra continuar puxando ferro. Não simpatizo com balança, nem chego perto delas, mas acredito estar com um percentual de gordura em ordem; pelo menos, tenho certeza que o condicionamento físico e a força estão de vento em popa. Estou bem comigo mesma, embora mulheres nunca estejam satisfeitas por completo com sua aparência física. Não posso reclamar, porque como o que tenho vontade, e sei que com freqüência sou movida pela gula, paciência...
Bom, no segundo semestre me envolvi em alguns projetos paralelos, tipo fazer uma monografia de uma área da qual eu não sabia nda (haha, a Mônica acompanhou um pouco disso), confesso que fiquei com medo da responsabilidade quando tomei conta do que estava em jogo, mas me empenhei o quanto pude, o que custou o sacrifício de alguns finais de semana e feriados e uma crise de labirintite – explico, num dos feriados, dediquei tempo integral à leitura de material e construção do trabalho, o cansaço foi tanto que na segunda feira seguinte dores de cabeça eram o prenúncio daquelas tonturas nauseantes – mas, no fim, tudo deu certo! Viva! Consegui fazer um trabalho digno de média e fiquei feliz com isso, pois de uma tacada só, ajudei uma pessoa de quem gosto muito e me senti orgulhosa de mim mesma, pela minha capacidade de desbravar um território desconhecido, de construir algo cujas bases eram estranhas para mim, isso vem a provar mais uma vez a capacidade ilimitada do homem, que se encontra enclausurado apenas por si mesmo.
No mais, minha sobrinha cada dia espicha e fica um pco mais levada. Deuses me acudam, pq ela está inquieta, curiosa, esperta e cansativa. Quando ela era mais bebê, era mais fácil de enganar e controlar, mas hj...haja coluna boa, perna boa, disposição e jogo de cintura. Prestes a completar 1 ano daqui a pouco, segue a carinha da figura:





Tenho ouvido bastante música, mas estou em falta com os filmes, e livros então, nem se fala...Até me sentindo culpada por não ter algo pra ler em mãos (não curto livros digitais), e terminando de construir o post, pretendo dar um jeito nisso. No quesito filmes, consegui ver no carnaval, um chamado “Do outro lado”, premiado internacionalmente, achei muito bom e indico.
To aqui ouvindo Rihanna e em cólicas para anexar qq música do álbum novo dela por aqui, mas não o farei pq já tenho outros planos e vou dar esse destaque pro Mika->



Mas fica aqui a dica: o álbum recente dela é ótimo, vale a pena conferir:



Por hora, basta! Voltarei em breve(espero), pois preciso aviar meus afazeres mais urgentes.